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“O bom Deus me dá coragem na proporção dos meus sofrimentos.” (Sta Terezinha)

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Muitas vezes passamos o tempo a nos queixar dos sofrimentos que se nos apresentam. Os santos, amigos de Deus, testemunhas do que Deus pode realizar na vida da humanidade, agiam de maneira diferenciada. Eles sempre entenderam o sofrimento como caminho para a santificação. Na história do cristianismo percebemos muitas vezes que, cristãos de todas as partes do mundo faziam de seus sofrimentos uma fonte de possibilidades que culminavam na máxima expressão de uma vida consagrada a Deus. Não se trata obviamente de uma busca pelo sofrimento, mas, uma aceitação daqueles sofrimentos que são inevitáveis, seja pela finitude humana, seja pela obra de Cristo que não se adapta a muitas posturas da sociedade de seus tempos. Deus quer a felicidade do homem e a nossa vida é a sua glória. Aprender acolher a voz de Deus na alegria e na dor é consequência de uma alma experimentada na fé. Aprender a extrair as virtudes próprias do tempo da dor é sabedoria que faz crescer e permite bem viver. A coragem, a paciência, a temperança e a perseverança são virtudes de quem aprendeu a conviver com a dor, virtudes de quem associou suas dores as dores de Cristo e esperam com ele a ressurreição, o grito da vitória que se estende pelos séculos afora e já aqui, neste caminho da vida se manifesta nas pequenas alegrias de cada dia, que Deus permite a alma humana como antecipação daquilo que será. Não busque o sofrimento. Mas, se ele chegar, não tenha medo de enfrentá-lo, com coragem, fé e esperança você sairá dele vencedor, afinal, foi o próprio Cristo quem nos revelou por meio das Escrituras: Somos mais que vencedores em Cristo Jesus.

Seminarista Bruno César de Almeida Silva, Diocese de Caraguatatuba