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Igreja abre oficialmente as discussões sobre o tema proposto pela Campanha da Fraternidade 2016.

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Foto Paróquia N Sra da Visitação – Massaguaçu

A temática sobre a água retorna com ênfase para ao Saneamento Básico, tratamento de água e lixo.

Durante a Quaresma a Igreja no Brasil intensifica os trabalhos da Campanha da Fraternidade (CF). O objetivo de incentivar os empreendimentos de caráter humanitário e cristão, levando o povo a uma reflexão maior.

Esta discussão é proposta pela Igreja católica e deve trazer tona questões e situações de nossas cidades.
Na quinta-feira,11, a Diocese de Caraguatatuba abriu oficialmente a Campanha da Fraternidade em Missa presidida pelo bispo diocesano Dom Jose Carlos Chacorowski na Catedral Divino Espírito Santo, propondo s comunidades um trabalho de conscientização e ações preventivas.
No dia 23 de fevereiro, os bispos e coordenadores diocesanos das dioceses do vale do Paraíba e Litoral Norte – Dioceses de São José dos Campos, Taubaté, Lorena e Aparecida, estarão reunidos em Caraguatatuba para discutir, entre outros assuntos, as iniciativas da Igreja com relação ao tema proposto pela Campanha da Fraternidade.

A CF 2016 traz a vasta temática da água. Sugestivamente cita o profeta Amós 5, 24: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, e traz como lema: “casa comum, nossa responsabilidade”. A questão hídrica está intimamente ligada políticas públicas voltadas saúde e educação. Se quisermos qualidade de vida é preciso reeducar-nos para obtê-la, garantindo os recursos hídricos, seja por iniciativas individuais, comunitárias e também governamentais. Importa no saneamento básico, na preservação dos mananciais, evitando o assoreamento, a poluição dos rios e dos oceanos, o gerenciamento da distribuição da água para uso humano, animal, produção agrícola, etc. A água é sem dúvida um bem incalculável. A vida no planeta está ameaçada pela escassez de falta d’água tratada. Não podemos desperdiçá-la, mas também devemos cobrar iniciativas que defendam a população das doenças endêmicas comuns falta de saneamento básico, de tratamento da água, de cuidados com o lixo entre outros.
Jesus vinculou as obras de misericórdia s práticas da vida qualificada: dar de beber e de comer a quem tem sede e fome. Não obstante a recessão socioeconômica pela qual passamos, ha que se cobrar investimentos nesta área, sobretudo em localidades de carência absoluta