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Padroeiro

Imagem existente na Paróquia

São João Batista nasceu poucos meses antes de Jesus. Era filho de Zacarias e Isabel, que eram “ justos diante de Deus: obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor”.
Nessa época, o império romano escravizava o mundo. As autoridades judaicas não se preocupavam com a exploração dos pobres, só visavam aos próprios interesses.
O pai de João era idoso, e sua mãe não podia ter filhos, o que lhe trazia humilhação e desprezo, porque um filho significava fecundidade e bênção divina.
João foi um profeta, denunciou o pecado do povo e os dos poderosos, anunciando a salvação queles que mudasse de vida, vivendo na paz, na justiça e na partilha. João viveu numa sociedade em que a lei era a do mais forte, por isso predominavam a exploração, a escravidão e a humilhação do povo.
No ano 27, João Batista surgiu no deserto da Judéia, região selvagem, refúgio dos bandidos e dos fugitivos, um lugar de perigo e tentação, mas também lugar de silêncio, e no silêncio se ouve melhor a Deus, foi ali que o povo encontrou o Deus da libertação pela primeira vez.
João percorria toda a região do rio Jordão pregando um batismo para o perdão dos pecados.
O ensinamento e o exemplo de vida de João Batista agradou a Jesus Cristo, Jesus afirmava que entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João.
Recebendo o batismo de João, O Senhor Jesus recebeu um batismo de arrependimento dos pecados e de preparação para a vinda do Messias. Assim, assumiu os pecados da humanidade. Jesus valorizou a comunidade de João, que tinha como norma a simplicidade, a oração, a penitência, a partilha, a verdade e a justiça.
O Santo festeiro é, excepcionalmente, o único Santo a quem a Igreja dedica duas de suas festas, o nascimento e o martírio. Esse fato singular já é suficiente para despertar nossa atenção sobre esse profeta que, através de sua voz, anunciava um reino eminente, renovando as promessa feita por Deus aos antigos patriarcas do Antigo Testamento. João Batista é o padroeiro do movimento de Emaús e é um exemplo a ser seguido. Devemos, continuamente, escutar a sua voz para melhor servimos na evangelização com humildade.