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“As pessoas que espalham amor não tem tempo e nem disposição para jogarem pedras.” (Irmã Dulce)

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É necessário que a oração seja uma atitude constante em nossa vida. Devemos ser aquilo que rezamos. Uma espiritualidade integrada e integradora, capaz de promover o ser humano em sua inteireza. Soaria estranho que uma pessoa rezasse muito e, tão logo encerrasse sua oração, fizesse o contrário daquilo que antes dizia acreditar. Muitos cristãos se perderam assim. Repetiam palavras, mas não estavam ali. Não podemos deixar isto acontecer conosco. Toda oração leva a ação: não por obrigação, mas por gratidão. Sinto em mim que tudo que Deus me proporciona é bom e por isso lhe entrego minha vida, meu ser, sendo-lhe grato por me dispensar tamanho amor. À medida em que reconheço a generosidade do amor de Deus em mim, quero também comunicar este amor que não é só meu. Quero que meus amados experimentem a força desta união vital que se produz na alma de quem ora. Torno-me um evangelizador, um semeador a espalhar as sementes do amor. Algumas cairão a beira do caminho, outras em terreno pedregoso, outras na terra seca, outras ainda, acredito, a grande maioria,  em terra boa onde encontrarão os elementos e as disposições necessárias para crescer e dar frutos. Um coração fechado e infértil não deixa o amor gerar a graça. O solo da vida precisa ser fértil. Se estamos bem cuidados, o amor dará seus frutos a seu tempo. Seremos do amor e não haverá necessidade e nem disposição para atirar pedras, ao contrário, ajudaremos a recolhê-las e adequá-las ao imenso e colorido jardim da alma humana, onde o jardineiro é Deus e as flores somos nós, regados diariamente pela oração que nos faz florescer para o amor e a graça divina. Deixa neste dia Deus cuidar de teu jardim… Muitas flores se abrirão.

Seminarista Bruno César de Almeida Silva, Diocese de Caraguatatuba